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João Vaz

Tempos novos

O 'tempo novo' não é exclusivo de Portugal.

João Vaz 13 de Dezembro de 2015 às 00:30
Hoje há eleições regionais em França e, no próximo domingo, Legislativas em Espanha. Em ambos os casos, a ex- pectativa é saber o que acontece aos marginalizados da democracia representativa, aos que são votados mas não contam para nada. São os partidos que, por circunstâncias várias, vivem situações iguais àqueles que ficam de fora do finado ‘arco da governação’ português.

Na 1ª volta das Regionais francesas, os extremistas da Frente Nacional, de Marine Le Pen, foram o partido mais votado no país e primeiros em seis das 13 regiões. Hoje arriscam-se a não vencer nada e a ficar sub-representados, como se viu no Reino Unido com os extremistas do UKIP, que somaram 3,8 milhões de votos (12,7%), mas só tiveram um lugar entre 650 eleitos. A questão é como se suporta um país político tão diferente do país dos eleitores.

Ajustamento democrático é o que se espera nas eleições espanholas. À semelhança de Portugal, o PP, do primeiro-ministro Mariano Rajoy, pode ganhar a votação e ver o PSOE, de Pedro Sánchez, arrebatar-lhe o governo com apoio do Podemos.

O ‘tempo novo’ não é exclusivo de Portugal.
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