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Leonardo Ralha

Humildade e fidalguia juntam-se

Fazer parte de uma família que tem 99,99 por cento de pessoas boas é o dia a dia da atriz portuguesa Ana Brito e Cunha.

Leonardo Ralha 28 de Fevereiro de 2015 às 00:30

Nenhuma comissão parlamentar chamou Ana Brito e Cunha, mas a atriz disse à ‘Nova Gente’, na qualidade de membro da família Espírito Santo, o que pensa acerca da implosão do banco fundado pelos seus antepassados.

"Ninguém fez isto por mal. Não acredito que isto tenha sido pensado, planeado. Fala-se, é triste, é angustiante, questionam-se todas as coisas que são normais num momento como este. Agora, nós somos um clã e estamos aqui para nos defender uns aos outros", disse Ana, embora quem tenha visto a troca de acusações entre Ricardo Salgado e José Maria Ricciardi desconfie que precisam é de ser defendidos uns dos outros.

Calculando em 99,99 por cento a "gente boa" na sua família, a atriz avisa que nunca foi uma grande especialista na gestão das suas poupanças, espalhando-as por contas no BES e noutros bancos, o que até já faz de si uma dona Prudência bastante mais cautelosa do que Rita Blanco.

Com a vantagem de que ainda é fidalga por parte do pai e tem "amigos íntimos de todas as classes sociais", com os quais até partilha quartos e casas de banho. "E os das classes sociais mais humildes têm a mesma educação e os mesmos valores que os das classes mais altas", garante a mais interclassista de todas as pessoas que utilizam a expressão "classes sociais mais humildes"...

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