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Luís Pires da Silva

Sem medo, votamos

Espera-se, como é tradicional, que a taxa de abstenção seja residual.

Luís Pires da Silva 25 de Janeiro de 2016 às 00:30
No momento em que escrevo a crónica ainda não se sabe os resultados das eleições presidenciais ou o valor da abstenção.

A abstenção é um perigo para a democracia e tem de ser combatida. Poucos são os motivos que justificam um cidadão não votar.

Aos que não votam por falta de educação democrática, preguiça, indiferença, convém lembrar que as alternativas são, normalmente, más e desumanas.

No próximo dia 27, a associação sindical dos funcionários da ASAE também vai a votos. Ocorrerão duas eleições, uma elege os corpos sociais e a outra elege os delegados sindicais.

Atualmente, a ASF-ASAE tem mais de 200 associados, representa mais de 80% dos inspetores existentes na instituição.
Nos últimos três atos eleitorais houve uma abstenção abaixo dos cinco por cento.

A razão de uma taxa de votação tão alta prende-se com o conhecimento que se tem de que, apesar das dificuldades atuais, algumas de grande gravidade, com a falta de um sindicato forte e representativo, a vida de cada funcionário seria bem pior.

Sem medo de ter as suas ideias confrontadas, apresentam-se os candidatos e espera-se, como tem sido tradicional, que a taxa de abstenção seja residual.
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