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Magalhães e Silva

Basta!

Ao juiz e ao procurador: o próximo assistente sou eu.

Magalhães e Silva 3 de Janeiro de 2016 às 00:30
O DN de 24 de dezembro de 2015, pela pena de Carlos Rodrigues Lima, informa, relativamente à Operação Marquês, que" Ministério Público jogou, recentemente, dois trunfos para reforçar tese do favorecimento: um arquiteto da Câmara de Loulé e um quadro da CGD."

Na edição deste sábado, João Araújo vem informar, exatamente, o contrário do que a aquela notícia veicula, i.e., o arquiteto referido pelo ‘DN’ o que disse foi que o Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (PROTAL) não estabelecia qualquer regra que beneficiasse o empreendimento de Vale de Lobo; logo, trunfo para o MP não há.

Tenho Carlos Rodrigues Lima por jornalista sério e João Araújo por profissional íntegro. Razões para que não sejam mantidas condições em que continuamos a fazer figura de parvos. Basta! Para não sermos tentados a fazer juízos depreciativos quer sobre o jornalista, quer sobre o advogado, tenham um ou outro a hombridade de pedir autorização no processo para se publicar o depoimento integral do arquiteto Nuno Guerreiro e fazermos nós o nosso juízo.
Magalhães e Silva opinião
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