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Mário Pereira

A nova ordem do futebol português

Clubes portugueses obrigados a olhar mais para dentro.

Mário Pereira 17 de Janeiro de 2015 às 00:30

Não tivesse acontecido a venda de Enzo Perez por parte do Benfica ao Valência, algumas dispensas de segunda linha e um ou outro rumor próprios da estação, e mal se daria pelo facto de já ter passado mais de metade do período do mercado de inverno, que termina no final do mês. Como parecem longínquos os tempos em que, por esta altura, cada um dos chamados grandes já tinha dois ou três reforços no rol. A realidade agora é outra. Os clubes portugueses tiveram de se adaptar a uma nova ordem. Foram obrigados a olhar mais para dentro e menos para fora. O discurso da lógica foi finalmente adotado por quem manda e decide.


É devido a esta mudança de paradigma que ouvimos falar de novos nomes. Como Rui Fonte, Gonçalo Guedes, Tobias Figueiredo, Ivo Rodrigues, entre outros. Gente a mostrar que merece oportunidades. A Taça da Liga tem servido para isso, dar tempo a quem dele precisa. Na Liga, a coisa fia mais fino. Mas também aqui seria importante arriscar mais. Como um dia fez o romeno Boloni, então treinador do Sporting, quando ousou atirar às feras um puto madeirense, de apenas 17 anos. E por isso, nesta semana, o mundo ouviu a resposta à questão essencial: é este o caminho a seguir? "Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!"

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