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Mário Pereira

Champions é palavra maldita

O melhor Benfica da era Jesus, na Liga, caiu das nuvens.

Mário Pereira 28 de Outubro de 2014 às 00:30

Cem por cento vitorioso nos três jogos antes realizados fora de casa, o conjunto da Luz estatelou-se no chão da Pedreira, num jogo rijo, em múltiplos sentidos, mas também por via disso intenso e competitivo.

No lançamento deste encontro, o técnico tinha deixado um alerta amarelo, prognosticando um fim de domingo difícil, tendo até falado num "jogo de Champions". Acertou, até porque o desfecho do prélio no Minho teve muito mais a ver com o que tem sido a campanha do Benfica na Europa, neste ano (zero vitórias, e duas derrotas, em três jogos), do que com a versão doméstica, onde começava a pairar no ar a ideia de que estávamos a assistir a uma passeata. Com a Champions, de facto, este Benfica não quer nada, este ano. Jesus não devia ter falado no assunto, no balneário. Por via da derrota das águias, FC Porto e Sporting aproximaram-se. Sendo cedo para lançar esta equação, não deixa de ser um facto que dragões e leões voltaram a depender apenas de si mesmos para chegar ao título. E já agora, importa também meter no saco o V. Guimarães, a realizar um primeiro quarto de prova sensacional. Está logo ali, dois degraus abaixo do Benfica, um do FC Porto e acima do Sporting. Parece uma escadinha, 19, 18, 17, 16. O que bem vistas as coisas, dá uma extraordinária emoção à competição. Se alguém duvida disto, que olhe para o que aí vem, um V. Guimarães-Sporting. Promete.

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