Sou sportinguista desde pequenino.” Ricardo Mangas, em entrevista exclusiva ao CM/CMTV, antecipou na véspera do primeiro jogo em Alvalade como jogador do Sporting o seu próprio estado de graça. Preparou a preceito o cenário e na estreia brilhou. Dois golos deram expressão a uma exibição de alto nível. E colocam-no desde já na galeria das maiores figuras deste arranque de época. Natural de Olhão, Ricardo Mangas fez parte da formação no Benfica, onde esteve durante sete épocas. No caminho para o topo, acabou por ter de fazer o caminho das pedras. Jogou no Desp. Aves, Boavista e V. Guimarães, numa trajetória tão comum a centenas de futebolistas aos quais falta um clique para ascender ao patamar superior. Acabou por ir parar à improvável Rússia, num momento em que o degredo futebolístico a que o país está sujeito condena qualquer futebolista com aspirações a uma carreira na sombra. Valeu-lhe Rui Borges, que dele ficou com boa impressão no ‘berço’. Por 300 mil euros, migalhas num tempo de milhões, chegou ao Sporting. Aos 27 anos está muito a tempo de uma segunda oportunidade. Que parece estar a agarrar com garras. De leão, pois claro.
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