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Miguel Alexandre Ganhão

Cinzas de esperança

Nada nem ninguém pode apagar a tragédia dos fogos de 2017.

Miguel Alexandre Ganhão(miguelganhao@cmjornal.pt) 26 de Dezembro de 2017 às 00:33
Nada nem ninguém pode apagar a tragédia dos fogos de 2017. Mas existe uma certeza: as famílias que perderam entes queridos e património vão sobreviver. Este Natal foi a prova de fogo. Os lugares vazios e os risos ausentes nunca poderão ser substituídos. Mas a força de querer continuar pela memória é, e será sempre, mais forte todos os anos.

E não fiquemos pelo Natal de 2017. Vamos revisitar aquelas regiões todos os natais até que a vida renasça nas regiões atingidas.
Vamos contabilizar as casas reconstruídas e as vidas refeitas em 2018, vamos acompanhar o renascimento da floresta e das comunidades.
Não descansaremos enquanto a ‘normalidade’ não voltar a Pedrógão, Oliveira do Hospital, Leiria, Fundão, Penacova. A todos os lugares que lutaram e choraram em junho e outubro. Até que tudo fique limpo, até que tudo fique outra vez verde!

Todos os anos, até que a memória se conforte. Sabendo que não pode haver esquecimento.

E sempre que for necessário, aqui estaremos. Solidários e atuantes com todos os que precisam. Até que a necessidade se converta em generosidade. Sempre por Portugal.
Oliveira do Hospital Natal Pedrógão Leiria Fundão Penacova Portugal questões sociais
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