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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Miguel Alexandre Ganhão

Me gusta mucho el autobús da Carris

Os espanhóis da Avanza, que ganharam a concessão do Metro e da Carris, já estão a fazer o trabalho de casa.

Miguel Alexandre Ganhão(miguelganhao@cmjornal.pt) 19 de Novembro de 2015 às 00:30
Ainda sem contrato assinado e sem diploma publicado em Diário da República, os espanhóis da Avanza, que ganharam a concessão do Metro e da Carris, já estão a fazer o trabalho de casa.

Numa apresentação aos quadros superiores, no dia 10 de novembro, foi notória alguma falta de comunicação entre o novo concessionário e os colaboradores das empresas. O tradicional "portunhol" salvou a situação, mas os homens da Avanza não perderam tempo e puseram todos os trabalhadores a aprender castelhano.

Uma professora já foi contratada e as primeiras aulas ministradas com sucesso. Daí para cá, aumentou o número de alunos e já se pensa em contratar mais professores para que todos possam entender corretamente as indicações dos novos patrões.

Mesmo sem papel assinado, a orgânica das duas empresas de transportes está em plena mudança. A fusão de serviços está em marcha para culminar na constituição de uma sociedade única.

Tudo isto mudará se António Costa for empossado como novo chefe do governo. A reversão do negócio nos transportes públicos é uma certeza assinada nos acordos com o Bloco, PCP e Verdes.

Também não é inocente que o próprio António Costa, enquanto presidente da câmara, tenha alterado os estatutos da EMEL (que só foram aprovados em janeiro de 2015), que se passou a chamar Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa, abrindo o seu objeto social à exploração de transportes públicos.

Parece claro que a reversão da concessão criará uma grande holding municipal, que terá no topo a EMEL, que vai gerir e capitalizar Carris e Metro de Lisboa.

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No passado dia 12, a Polícia Municipal de Lisboa fez um raide mesmo em frente à sede do Partido Social Democrata (PSD), na rua de São Caetano à Lapa.

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