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Miguel Azevedo

Uma rapper para todas as idades

Capicua, a tal rapper do Porto de quem aqui já falei por várias vezes, para mim, uma das mais talentosas escritoras de versos, contraversos, rimas, palavras ditas e decantadas, canções e derivações da nova geração (a quem os amigos já carinhosamente chamam Capi), está com regresso marcado para Lisboa, em dezembro, para fazer uma série de apresentações, no mínimo, originais, no Teatro S. Luiz.

Miguel Azevedo 14 de Novembro de 2015 às 00:30
Capicua... Capicua, a tal rapper do Porto de quem aqui já falei por várias vezes, para mim, uma das mais talentosas escritoras de versos, contraversos, rimas, palavras ditas e decantadas, canções e derivações da nova geração (a quem os amigos já carinhosamente chamam Capi), está com regresso marcado para Lisboa, em dezembro, para fazer uma série de apresentações, no mínimo, originais, no Teatro S. Luiz. Algumas delas são exclusivamente dirigidas a crianças. Entre os dias 10 e 13 de dezembro, Capicua protagoniza o espetáculo ‘Mão Verde’, um concerto original, feito em torno de lengalengas, escritas para chamar a atenção dos mais novos para as plantas, a agricultura, a alimentação, o cheiro das ervas aromáticas ou até para a cor das flores. Entre os dias 15 e 20 de dezembro, assina os concertos de ‘Água e Sal’, espetáculo original de palavra dita com textos de vários autores portugueses, selecionados e adaptados por Capicua para declamar em base musical composta por Pedro Geraldes.

Recordar... Chamam-se Galore e regressam aos concertos após 16 anos de ausência, um hiato motivado pela morte do baixista Afonso Miguel, em 1999. O reencontro acontece já hoje, imagine-se, às 21h, na cozinha (antiga) do Palácio do Marquês de Pombal. Uma das particularidades deste regresso da banda é o de não incluir baixo de propósito ("Miguel só há um", dizem), e os temas foram reajustados e editados em formato EP, ‘Living Room Rehearsal Tapes’, uma gravação efetuada na sala de estar em som direto numa tarde de domingo, que aconteceu precisamente a 20 de setembro deste ano, com Luís Bandeira (voz/guitarra), Luís Martinho (guitarra) e Bruno Bandeira (bateria).
opinião Miguel Azevedo
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