O estilo de comunicação de Seguro está nos antípodas do imediatismo e da sofreguidão do seu antecessor. Marcelo foi um animador de jornalistas, de câmaras de TV e de telemóveis de rádios, um chefe de Estado que a qualquer hora do dia, da noite e da madrugada telefonava a jornalistas, um voluntarista que se deixava rodear por câmaras e microfones em directo para falar de coisas, da política ao futebol, da meteorologia aos gelados e que, confrontado com alguma pergunta até para ele inesperada, ele, o pintor de cenários políticos, ficava a olhar para cima em busca de resposta nas nuvens ou no tecto da Gulbenkian.
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