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Paulo Fonte

A toque de caixa

O Sporting não quis ficar atrás e também vai ter o seu Vale e Azevedo.

Paulo Fonte(paulofonte@cmjornal.pt) 2 de Janeiro de 2018 às 00:30
O Sporting não quis ficar atrás e também vai ter o seu Vale e Azevedo. E não, não está em causa uma avaliação de caráter dos intervenientes, apenas uma observação objetiva quanto àquilo que amanhã está previsto acontecer.

É que Bruno de Carvalho decidiu assistir ao clássico na Luz junto da claque leonina e, nesse movimento, arrastou o resto da administração. Até Jaime Marta Soares, presidente da Mesa da Assembleia Geral e homem desde sempre ligado aos bombeiros, vai ter de ser revistado à entrada, não vão os seguranças pensar que leva escondido algum artefacto pirotécnico.

A comparação com o antigo presidente do Benfica surge porque o indivíduo que já cumpriu pena por falcatruas também um dia decidiu fazer esse golpe populista de assistir a um jogo junto dos adeptos no campo do eterno rival.

Também é verdade que o Sporting já tinha tido uma experiência com Paulo Pereira Cristóvão, agora renegado em Alvalade. Nessa noite, os adeptos pegaram fogo às cadeiras e Cristóvão, vice-presidente, afirmou não se ter apercebido de nada.

Espera-se que Bruno de Carvalho tenha mão na turba e que o jogo, para lá dos folclores, só fique registado pelas incidências no relvado.
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