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Paulo Fonte

O bom e velho FC Porto

Julen Lopetegui deixou de querer ganhar uma medalha de ouro num qualquer salão de inventores.

Paulo Fonte(paulofonte@cmjornal.pt) 14 de Março de 2015 às 00:30

O FC Porto apresenta esta época um dos melhores plantéis da sua história, em qualidade e quantidade. Qualquer resultado que passe ao lado da vitória na Liga representa uma derrota. ‘Tout court’. Por isso mesmo, não são de estranhar as pressões dos últimos tempos sobre as arbitragens. Uma situação normal.

Julen Lopetegui deixou de querer ganhar uma medalha de ouro num qualquer salão de inventores e incutiu unidade e mecanismos. Pôs de lado uma excessiva rotatividade só por ele entendida e o Porto entrou na rota das vitórias. Mas os pontos perdidos obrigam a outra ação da estrutura e, se antes, só falava dos homens do apito quem era burro, agora o próprio técnico, pouco identificado com a história do clube, carrega na tecla dos espoliados. Até em latim, sim, que o departamento de propaganda ‘azul-e-branco’ não brinca e está em jogo prestígio e dinheiro. Só títulos podem fazer esquecer a humilhante época transata e contratações ao lado, como a de Adrián López, que ‘apenas’ custou 11 milhões por 60% dos direitos desportivos.

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