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Paulo Fonte

Promessa, tarjas e apupos

As claques comportaram-se como Bruno de Carvalho exige.

Paulo Fonte(paulofonte@cmjornal.pt) 27 de Maio de 2017 às 00:30
Terminada a época e com mais promessas de ‘tolerância zero’ para a vindoura, alguns adeptos do Sporting de Bruno de Carvalho despediram-se da equipa com o grau de exigência que o presidente pretende para o clube, com descontentamento expresso em tarjas no estádio e com minutos de silêncio por parte das claques.

Até mesmo um jogador em particular – Ruben Semedo – foi alvo da ironia dos sportinguistas, por certo uma atitude a merecer o aplauso do líder leonino, pelo menos se transpusermos para o futebol aquilo já afirmado sobre as modalidades e o apoio constante, pouco crítico, "aos meninos".

A "caldeirada" que Jesus anteviu acabou por acontecer, e até não faltou a retirada de uma das faixas, mas apenas por uma questão de secretaria. Parece que os autores dos dizeres que beliscavam a estrutura não integram um grupo organizado, por isso não têm direito a expressar as dores de alma.

A Norte perdeu-se o respeito por Pinto da Costa, até há pouco o único intocável. Portistas mais exaltados esqueceram a compostura e vincaram o quanto acreditam na mensagem da comunicação do clube para justificar os fracos resultados.

Afinal, o subterfúgio ‘Liga Salazar’ esboroou-se por entre as vaias dos adeptos, unidos na certeza de que a perda de pontos teve uma razão bem mais evidente do que as conspirações.
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