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Paulo Rodrigues

Talvez...

PSP é a instituição das incertezas, o pior que pode acontecer.

Paulo Rodrigues 29 de Abril de 2017 às 00:30
Em qualquer instituição uma das preocupações são os seus recursos humanos. São eles que podem fazer a diferença no seu sucesso.

Foi esta preocupação que levou à formação de gestores na área dos recursos humanos, em liderança ou na criação de instrumentos motivacionais, garantindo ferramentas que gerassem segurança, confiança e motivação.

Quando falamos em instituições como a PSP, a situação é ainda mais especial. Uma instituição onde os seus profissionais vivem no imprevisto, sem estabilidade na carreira, sem garantias e sem respostas. Se hoje questionarmos a PSP, a Caixa Geral de Aposentações ou o Governo sobre os cálculos de quem quer passar à aposentação, ninguém sabe dar uma resposta objetiva.

Se questionarmos as entidades responsáveis para a previsão mínima de ascensão na carreira, ninguém sabe responder. Se questionarmos sobre os concursos abertos, apesar da fórmula simplificada, demorarem mais de 4 meses a ser concluídos, ninguém responde. Estas incertezas são o pior que qualquer instituição pode ter. Hoje a PSP, internamente, é a instituição das incertezas e dos talvez.

As entidades competentes não podem deixar que esta situação se transforme num princípio adotado dentro da polícia. Porque, num futuro próximo, todos pagaremos caro por esta irresponsabilidade.
PSP Caixa Geral de Aposentações Governo política economia negócios e finanças trabalho
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