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Paulo Rodrigues

Direito assegurado

Pré-aposentação de 400 polícias não é a ideal, mas já é um bom sinal.

Paulo Rodrigues 20 de Fevereiro de 2016 às 00:30
Após a análise que fizemos à proposta do Orçamento do Estado para 2016, percebemos que, no que concerne aos Profissionais da PSP, há algumas matérias em que se mantém a dúvida em relação ao impacto que terão na própria Instituição. Uma das medidas previstas que sobressaltou os polícias foi o anunciado congelamento da passagem de 400 polícias à pré-aposentação, conforme está previsto no Estatuto Profissional da PSP para o corrente ano.

No seguimento de uma reunião com a ministra, no passado dia 8 de fevereiro, foi solicitado que houvesse uma análise clara a esta questão, para que fosse assegurado o cumprimento do que estava previsto. A ASPP/ /PSP interveio junto dos grupos parlamentares, para que estes pudessem entender os prejuízos que um eventual congelamento poderia ter na Polícia.

Ontem, fomos finalmente informados pelo Ministério de que a passagem destes 400 polícias à pré-aposentação estava garantida, um número que ainda não é o ideal, mas é um volume que não encontramos há mais de 15 anos. Convém frisar bem que é algo que só acontece porque, no corrente ano, o Estatuto Profissional o prevê.
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