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Paulo Rodrigues

Mulheres na PSP

Esta matéria é importante para a credibilidade e imagem da PSP.

Paulo Rodrigues 4 de Março de 2017 às 00:30
Na passada quinta-feira, a ASPP/PSP, em parceria com o Movimento Democrático de Mulheres, organizou um encontro sobre o papel das mulheres nas forças de segurança. Tema que, como se comprovou na iniciativa, está longe de estar esgotado.

Ficou patente a necessidade de fazer alterações para que as mulheres polícias não saiam prejudicadas. Um dos exemplos é a forma como são tratadas na gravidez, com consequências ao nível salarial. Mas não só. É olhar para os equipamentos ou para as instalações policiais para perceber que, na sua grande maioria, além de não servirem a generalidade dos polícias, não estão adaptados para mulheres.

A generalidade dos cidadãos tem noção clara da evolução da polícia. Não só no que respeita ao nível da formação, da qualidade de serviço, mas também do respeito que tem pelos direitos de qualquer cidadão.

O que não se entende é que os responsáveis políticos ou da administração exijam que os polícias sejam rigorosos, e bem, no respeito pelos direitos dos cidadãos e menosprezem os direitos dos seus próprios administrados. Como pode um polícia perceber da necessidade de respeitar os direitos dos outros quando os seus são diariamente desprezados pela instituição ou pelo poder político?
ASPP PSP Movimento Democrático de Mulheres questões sociais
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