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Paulo Rodrigues

Separar águas

A ASPP/PSP confia na isenção e imparcialidade do Ministério Público.

Paulo Rodrigues 3 de Setembro de 2016 às 00:30
A ASPP/PSP, enquanto entidade pública na defesa dos seus profissionais, tem também o dever de pugnar pela verdade, pela legalidade e, quando for caso disso, pela justa responsabilização dos associados.

Mas não cai, nem pode, no facilitismo, respondendo a interesses mais ou menos inconfessáveis, de tomar todos por igual, criminosos e polícias, sob pena de subverter a ideia de Estado de Direito.

A atividade policial constitui uma missão de risco, na defesa de todos e de cada um. E não pode uma qualquer circunstância (transversal a todos os que cumprem esse desígnio) conduzir à estigmatização imediata, ou arbitrária, de quem tenta cumprir o seu dever.

Não se compreende, por exemplo, que nenhuma instituição tenha valorizado os comentários públicos, alguns até de enquadramento criminoso, após a ocorrência que culminou com a morte de um cidadão, insultando a polícia e aqueles que correram risco de vida no cumprimento da sua missão. Atacando não só os polícias mas toda uma Instituição e o próprio Estado.

A ASPP/PSP confia, obviamente, na isenção e imparcialidade do Ministério Público, na defesa da legalidade e dos direitos individuais e comunitários.
PSP Instituição Ministério Público política
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