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Pedro Mourão

Os Dados

Existem empresas que recolhem, de forma duvidosa, listas de cidadãos.

Pedro Mourão 28 de Janeiro de 2017 às 00:30
Ele há ‘dias’ para tudo, até ‘dos enganos’. No entanto, não se encontra o ‘dia da verdade’, por intervir no profundo da consciência, perturbando visíveis objetivos obscuros. Hoje é o ‘Dia Europeu da Proteção de Dados Pessoais’, por deliberação de 26/04/2006 do Conselho de Ministros do Conselho da Europa, como forma de consciencialização do cidadão que ainda não tem perceção da importância dos seus dados pessoais. Esses dados são recolhidos e tratados pelo Estado.

Os privados e o cidadão têm de saber como protegê-los, ou seja, quais os direitos nesta matéria, sejam as suas finalidades e limites no seu uso, assim como lhes ter acesso em qualquer momento. Hoje em dia, por exemplo, há empresas especializadas na obtenção, por vezes de forma duvidosa, de listas de cidadãos, onde constam gostos ou necessidades, além de elementos de identificação. É o caso de medicamentos consumidos e até mesmo quem os prescreve. Haverá sempre alguém que paga por elas.

Daí a importância de cada um fazer uso protetivo dos seus dados pessoais, particularmente nas redes sociais, obviando no aproveitamento abusivo do que é afinal a nossa própria personalidade. Quando num qualquer balcão pretenderem fotocopiar o cartão de cidadão, pergunte pelo menos para quê. Depois pode ser tarde!
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