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Raul Vaz

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Já se percebeu que não há dinheiro para todas as promessas.

Raul Vaz 14 de Outubro de 2016 às 00:30
O Orçamento do Estado vai ser aprovado com a geringonça a fazer de conta – num teste em contínuo que tem no primeiro-ministro o grande artífice.

Já se percebeu que não há dinheiro para todas as promessas e reivindicações (o modelo de crescimento económico centrado no consumo não provou), realidade que o Governo começa a assumir e a projetar em ciclos anuais.

Claro que as pensões vão subir (provavelmente abaixo dos dois dígitos do PCP) e a sobretaxa vai ser aliviada (não na data honrada do Bloco). E que isto tem de ser pago, naturalmente, pelo contribuinte.

Claro que, a partir de agora, é tal e qual António Costa diz: "Conforme vamos subindo a montanha, o exercício é mais exigente". Só há novo orçamento em 2018. Até lá, aguentemos.
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