Há duas semanas que o ar está mais respirável na Europa. A saída de cena de Viktor Orbán - pela porta pequena, como todos os aspirantes a ditadores - livrou a União Europeia da sua maior força de bloqueio. Além dos atentados à democracia, ao Estado de Direito e à liberdade de imprensa no seu país, o primeiro-ministro húngaro era também um perigoso agente duplo ao serviço da Rússia, como atestam a recentes revelações sobre a partilha de informação classificada dos 27 com o Kremlin.
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Com a saída de Viktor Orbán, a Europa respira melhor.
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