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Ricardo Rio

Três anos depois

Hoje pode dar-se por extinto o ‘autarca- obreirista’.

Ricardo Rio 29 de Setembro de 2016 às 00:30
Completam-se precisamente hoje três anos após a realização das Eleições Autárquicas de 2013.

Este é um momento ajustado para efetuar um balanço sustentado do trabalho realizado pelos autarcas eleitos e do grau de cumprimento dos compromissos então assumidos com os seus cidadãos.

O acompanhamento que vou fazendo da realidade dos diferentes Municípios leva-me a concluir que a mudança então verificada foi muito para lá da mera alteração de diversos rostos (por força da lei da limitação de mandatos e de oscilações na ‘titularidade’ das Câmaras).
Hoje, pode dar-se por praticamente extinto o ‘Autarca-obreirista’ valorizando os diferentes Executivos Municipais e, cada vez mais, a dimensão imaterial das suas políticas, na cultura, nas respostas sociais, no desenvolvimento económico, etc..

Parte de tal opção foi feita por convicção. Parte foi feita por exiguidade de recursos, com realce para os financiamentos comunitários que continuam a sair a conta-gotas dos cofres das Autoridades de Gestão.

No conjunto, deu-se a emergência de um novo modelo de gestão municipal cujo mérito será avaliado pelos eleitores já dentro de um ano… Com ou sem o regresso dos dinossauros.
Eleições Autárquicas Câmaras Executivos Municipais política
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