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Ricardo Rio

A outra ‘Taça da Liga’

Se fosse como no futebol, havia o risco de ver um não favorito em Belém.

Ricardo Rio 29 de Janeiro de 2016 às 01:28
A cada nova edição, repetem-se os argumentos: uns queixam-se do formato singular que dizem ser propício para favorecer os maiores e mais conhecidos; alguns reclamam do calendário e consideram que chega sempre no intervalo de competições mais importantes; outros ainda consideram que o prémio não é suficientemente atrativo para merecer o empenho.

À medida que os resultados não correspondem às expectativas ou redundam mesmo em significativas humilhações, compreende-se também que se repitam outras justificações: a motivação era pouca; os protagonistas eram secundários; nem sequer metade do público se mostrou interessado em participar.

E é assim, pois, que em cada uma das Eleições Presidenciais acaba por haver um favorito natural, um conjunto de candidatos a contragosto, algumas derrotas pesadas e outros concorrentes mais engraçadinhos que superam as expectativas e já se dão por vencedores.

Mas valha-nos que as Eleições Presidenciais ainda não são mesmo como um jogo de futebol, ou corríamos o risco de ver um dos não favoritos a instalar-se em Belém, isto é, a levar o título para casa. Não é assim, Braguinha?
Eleições Presidenciais Belém futebol desporto política
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