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Ricardo Tavares

Bruno Trump Donald Jesus e a estrutura

Sporting não vê arbitragem como via o FC Porto e vê o Benfica.

Ricardo Tavares 28 de Janeiro de 2017 às 00:30
Madeira Rodrigues parece convencido de que será o próximo presidente do Sporting: "Vou ganhar como Donald Trump." Mas o Trump, caro Dr. Rodrigues, é o Dr. Carvalho, até porque, à semelhança do sucessor de Obama, não deve perceber que, para se tornar num querido líder, precisa, por exemplo, de ser sensato.

A insensatez de Carvalho manifesta-se das mais variadas formas e nas mais diversas ocasiões. A última foi em Chaves, onde, ainda por cima nas costas do treinador, deu uma valente canelada na equipa, de tal forma que no jogo seguinte, o da Taça, os jogadores ainda evidenciavam marcas da entrada a pés juntos, feita talvez na tentativa de os crucificar e, quem sabe?, de ver os sócios expiar os seus pecados.

O pecado grave de Trás-os-Montes tem outro grande culpado – Jorge Jesus. Porquê? Porque, insensato como Donald, o treinador maior do Mundo – quando a equipa joga bonito – estava de castigo na bancada. Por muito criticável que seja, e é, o presidente pode estar no banco, o técnico é que não deve ficar fora dele, por todas as razões que tenha relativamente às arbitragens.

Consciente de que "para ganhar o título é preciso uma estrutura que não abane", Jesus deve ter a sensatez de explicar a Carvalho que por estrutura pode entender-se olhar para a arbitragem como olhava – e voltou a olhar – o FC Porto e como olha o Benfica. E Jesus sabe-o melhor do que ninguém, porque, em seis anos na Luz, conquistou dez troféus.n
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