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Ricardo Tavares

Vídeo-árbitro Maradona e Vata

Correção de erro pode evitar descida ou conquista de título.

Ricardo Tavares 29 de Julho de 2017 às 00:30
Palavra de honra – acredito mais na possibilidade de a chamada ministra da Administração Interna jogar ‘flippers’ com a secretária-geral do Sistema de Segurança Interna – obviamente quando a apelidada ‘superpolícia’ não estiver a ler os jornais para se informar sobre hipotéticos assaltos a paióis militares -do que numa Liga marcada pelo signo da tranquilidade, pelo menos no jogo falado.

Com o advento do vídeo-árbitro, houve quem decretasse o fim do futebol e quem descobrisse – registe- -se a patente, já! – que o jogo é feito de erros. A inovação traduzir-se-á na perda de algum romantismo desse conservador desporto que deve continuar a aprender com o râguebi e o futebol americano.

Mas a nova tecnologia, defendida pelo Benfica no tempo da seca e pelo Sporting neste período de longo jejum, não erradicará as falhas. Os erros grosseiros, contudo, minguarão, contribuindo para a valorização do espetáculo.

Acredito, por exemplo, que surjam críticas às paragens, fazendo-se de conta que não é mais importante perder um minuto para evitar um erro que provoca uma descida de divisão ou a conquista de um título. Não estranharei, por isso, que também se finja que os erros das mãos de Maradona ou de Vata são sinónimo de verdade desportiva.

Fico com uma certeza– em campo ou na sala de vídeo (régie) a seriedade e a competência dos árbitros serão determinantes.
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