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Ricardo Valadas

A função estratégica

O OE para 2018 tem de contemplar uma PJ capaz de fazer face ao terrorismo.

Ricardo Valadas 24 de Setembro de 2017 às 00:30
André Beaufre, general e fundador da Escola Francesa de Estratégia na década de 60, referia que a falta de estratégia remete invariavelmente para a incompreensão do que nos rodeia e, subsequentemente, conduz a impasses e prejuízos majorados, consoante o que se pretende proteger no tempo e no espaço.
 
A doutrina, como método de pensamento, foi então considerada a base da função estratégica dos Estados, orientando-a para a previsão de riscos e ameaças: internas e externas. 

Aprender com as experiências do passado, acompanhar a evolução da sociedade e pensar num rumo para o futuro, foi e continuará a ser o motor da PJ, na expressão do seu capital social e do saber técnico/científico acumulado em mais de sete décadas.

Por tal, o desenvolvimento e a manutenção da vanguarda no combate ao crime e às ameaças à segurança do nosso País deverá centrar-se numa PJ desenhada numa função operacional, mas também numa função estratégica.

Estamos certos de que o Orçamento do Estado para 2018 - e seguintes - terá em linha de conta a necessidade estratégica de uma PJ robusta, projetada para o futuro e capaz de prever, detetar e investigar o pior dos cenários: o atual terrorismo transnacional.
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