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Ricardo Valadas

Respeito e decoro

Não há qualquer descoordenação entre a PJ e GNR em Aguiar da Beira.

Ricardo Valadas 23 de Outubro de 2016 às 00:30
O caso dos múltiplos homicídios em Aguiar da Beira foi referido esta semana na comunicação social, por alguns intervenientes, como estando a ser afetado por manifesta descoordenação entre a PJ e a GNR.

Apesar de quem efetivamente entende destas matérias não necessitar, apraz-nos produzir um esclarecimento. Não há qualquer descoordenação entre a PJ e a GNR. O que decorre desta operação é o facto de polícias com funções diferentes mas complementares estarem a tentar localizar um suspeito considerado perigoso, em condições de extrema dificuldade, para o apresentarem às respetivas Autoridades Judiciárias e, em regime cautelar, proteger os seus concidadãos. Consideramos moral e eticamente incorreto, por ignorância ou prejuízo deliberado, determinar-se neste caso um juízo de incompetência aos profissionais, que há mais de uma semana praticamente não dormem e não veem as suas famílias com o objetivo de localizar e deter o suspeito em causa.

Aos demiurgos deste cenário inventado de descoordenação, assumam-se e assumam que há limites morais e éticos às sucessivas tentativas de descrédito daqueles que asseguram todos os dias a serenidade das vossas vidas e do vosso nobre descanso.
Aguiar da Beira PJ Autoridades Judiciárias segurança
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