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Rui Hortelão

Carta aberta ao Pai Natal

A minha última, e única, esperança és tu, Pai Natal.

Rui Hortelão 21 de Dezembro de 2015 às 01:23
Caro Pai Natal, a tua prioridade são as crianças mas, se alguns dos pedidos abaixo não forem satisfeitos, as dificuldades serão tantas que poucas terão sequer condições para se lembrarem que existes.

Peço-te, por isso: – que o Banif e o Novo Banco sejam vendidos, pelo menos, por um valor idêntico ao que o Estado – ou seja, os contribuintes – já lá injetou; – que a inflexibilidade de António Costa em ser maioritário na TAP não custe, hoje e no futuro, nem mais um cêntimo aos portugueses; – que o PCP e o BE sejam coerentes com o apoio que decidiram dar ao atual Governo; – que o aumento de salários e prestações sociais seja compatível com a saúde financeira do País;  – que o PSD e o CDS aprendam com os erros e criem uma alternativa construtiva; – que o próximo Presidente da República seja capaz, pela primeira vez, de ser tudo aquilo que todos reconhecem ser necessário; Bem sei que estes pedidos são todos impossíveis de concretizar e, até por isso, a minha última, e única, esperança és tu, Pai Natal. 
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