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Teófilo Santiago

Expectativa

É imperativa uma reaproximação sem subterfúgios entre MP e judiciária.

Teófilo Santiago 2 de Setembro de 2016 às 00:30
Findas as férias, festas e romarias, iniciou-se ontem um novo ano judicial. Novo ciclo em que não se auguram nem surpresas nem deceções. As mudanças que se anteveem, sem ser preciso ‘lançar búzios’, virão em forma de alterações legislativas por medida e com destinatários certos, envoltas em embrulho popular para amaciar, e só causarão surpresa aos "distraídos profissionais"... que, também, os há!

Grandes deceções também dificilmente haverá. Não que algo tenha mudado para melhor mas apenas porque, desgraçadamente, as expectativas são já bastante baixas - muito por força de campanhas ‘bota-abaixo’, orquestradas, a que a Justiça, enredada em equívocos, não foi capaz de se opor. Mas estas previsões podem ser contrariadas. Muito pode ser feito para conseguir esse objetivo e algumas delas estão aí ao ‘virar da esquina’, assim haja vontade.

É imperativa uma reaproximação sem subterfúgios, disfarces ou preconceitos entre Ministério Público e PJ, que, queiram ou não, estão condenados a viver juntos – no bem e no mal e sem opção de divórcio – ainda que tenham de lidar com algumas ‘traiçõezinhas’ recíprocas. Não menos importante será reconduzir a Justiça à sua casa – o Tribunal – tirando-a das ruas e quelhas, onde alguns mariolas a querem.
PJ Ministério Público Tribunal
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