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Teófilo Santiago

Estratégia

'Arte da Guerra' e 'A Sabedoria dos Lobos' são leituras obrigatórias.

Teófilo Santiago 28 de Outubro de 2016 às 01:45
'A Sabedoria dos Lobos' e 'Arte da Guerra' deveriam ser de leitura obrigatória para magistrados, investigadores criminais e suas hierarquias. Embora atribuído a Sun Tzu (600 a.C.), ‘Arte da Guerra’ será resultado dum longo processo de sedimentação, recolhendo e unificando um conjunto de reflexões estratégicas que assentam no princípio de que ganhar ou perder – a guerra –  não acontece por acaso nem por intervenção divina: é uma questão de conhecimento, método e estratégia. É evidente que o enunciado para a guerra tem elasticidade bastante para cobrir as situações em que tudo se resume a atingir ou não os objetivos perseguidos.

Twiman T., na singeleza de ‘A Sabedoria dos Lobos’, apresenta o comportamento dos lobos em alcateia como o exemplo maior do trabalho em grupo e divisão de tarefas, sublinhando os princípios em que isso assenta: liderança,  organização e disciplina - apoiados na lealdade, unidade, perseverança ,espírito de sacrifício e convivência.

Estratégia, método e princípios que têm de ser, necessariamente, definidos, acolhidos e aplicados nas organizações profissionais que se movimentam em ambientes hostis e de conflitualidade – caso das magistraturas e da investigação criminal – se querem chegar a bom porto.
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