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Vítor Baía

O céu é o limite

Estamos nas quatro melhores seleções e há uma dinâmica forte de confiança.

Vítor Baía 1 de Julho de 2016 às 00:30
Houve dois momentos-chave neste jogo. Um, foi o golo de Renato Sanches com um belo remate de pé esquerdo. A irreverência da juventude faz com que crie desequilíbrios em zonas que até nem são dele. O outro é, sem dúvida, a grande defesa de Rui Patrício no desempate pela marcação de grandes penalidades.

É importante para a equipa saber as suas fraquezas e potenciar, como fez, as suas enormes qualidades. Foram mais uns quilómetros preciosos que esta Seleção percorreu na autoestrada até à final de Paris. Todos os jogadores conseguiram dar mais aquele bocadinho extra e assim superarem-se a eles próprios.

Com trabalho, espírito de equipa e humildade, a equipa soube contornar as dificuldades impostas por uma Polónia difícil, muito bem organizada, forte fisicamente e que coloca sempre quatro, cinco jogadores na linha de finalização. Não é fácil para ninguém começar o jogo a perder, mas Portugal soube dar a volta por cima.

Agora estamos entre as quatro melhores equipas da Europa. É indiferente quem seja o próximo adversário, se o País de Gales ou a Bélgica. Estamos numa dinâmica muito forte de confiança. O céu é o limite e nós vamos lá chegar.n
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