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Vítor Baía

Fomos guerreiros

Era preciso jogar assim porque a Croácia era uma equipa muito forte.

Vítor Baía 26 de Junho de 2016 às 01:45
Conseguimos. Estamos nos quartos de final do Campeonato da Europa. Não foi um encontro brilhante, longe disso. Mas a forma como a seleção de Portugal chegou ao golo mostra que vale sempre a pena acreditar até ao fim. Houve muito sofrimento, mas quando assim acontece, a alegria da vitória é ainda maior.

Foi um jogo muito tático. Mas era preciso jogar assim, porque esta Croácia era claramente uma das equipas mais fortes da competição. Cristiano Ronaldo, Nani, Rakitic, Modric, todos eles, verdadeiros magos da bola, não tiverem um milímetro para fazerem valer a sua técnica.

Com as estrelas eclipsadas, as apostas de Fernando Santos para este jogo, as que foram feitas antes do apito inicial e no decorrer dele, acabaram por se revelar ajustadas. Mas deve relevar-se um nome, acima de todos: Pepe. Foi imperial. A defender, a impor-se mais à frente, até a sair com a bola para a frente. Um gigante.

É verdade que Portugal também teve um pouco de sorte. De um lance de possível golo da Croácia acabámos por partir para lance que nos deu a vitória. É assim. Faz parte. Também já bastava de tanto azar. E agora… tudo é possível. Eu acredito.
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