Na passada semana foi notícia que a Agência Para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) tencionava retirar a proteção temporária aos estudantes africanos que tendo frequentado as universidades ucranianas, aquando da agressão da Federação Russa a este país, haviam sido acolhidos em Portugal para continuar os seus estudos.
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Definir políticas baseadas em evidências e não ao sabor dos "interesses do momento".
Proposta rompe com a prática de um movimento sindical reativo.
A perda de poder de compra acumulada em 25 anos já ultrapassa os 30%.
Será muito difícil que a paz social se mantenha nas nossas universidades e institutos de investigação.
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