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Correio da Manhã

Opinião
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28 de Dezembro de 2007 às 00:00
A situação agravou-se após o atentado de Outubro, ao qual Bhutto escapou por pouco. Ela imputou a responsabilidade do ataque a antigos membros do governo do general Zia ul-Haq, que depôs o seu pai e o mandou executar em 1979.
Esses seguidores do general, que nos anos 70 decretou a islamização do país, usam, em sua opinião, os radicais islâmicos para os seus objectivos, que passam pelo minar das reformas democráticas.
Fica no ar a possibilidade de, sem partidos moderados com líderes credíveis na corrida, as eleições de Janeiro, a terem lugar, serem ganhas pelos radicais. Outro cenário possível é o de Musharraf não ultrapassar as dificuldades actuais e ser descartado pelos militares, que podem substituí-lo pelo actual chefe das Forças Armadas, Ashfaq Kayani.
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