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Correio da Manhã

Opinião
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16 de Julho de 2011 às 00:30

Esta imposição determina frequentemente peças decisórias extensíssimas, porventura doutas e eruditas, mas de todo incompagináveis com as exigências de celeridade e de produtividade que se impõem aos tribunais. Urge devolver ao juiz a liberdade de separar o essencial do acidental, reconhecer que a mundividência do julgador, a sua cultura jurídica e geral e o conhecimento da sociedade onde exerce funções constituem traves mestras para uma Justiça que se deseja célere e actual, expurgando a decisão judicial de rendilhados técnicos de parca utilidade, possivelmente eruditos, mas perniciosos no que tange ao funcionamento da Justiça em épocas de pesadíssima pendência processual.

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