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Correio da Manhã

Opinião
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22 de Janeiro de 2008 às 00:00
Trata-se da ortotanásia (não confundir com a eutanásia pura e simples), a suspensão de meios desproporcionados de tratamento que visa ganhar para o doente uma morte sem sofrimento.
O direito português não regula esta importante matéria. Mais: cada hospital segue protocolos próprios, sendo que um doente terminal pode ter um fim de vida diferente consoante o local onde está internado, podendo até padecer em dor atroz. A dignidade da pessoa pressupõe o direito de fazer cessar a obstinação em terapias inúteis, tantas vezes exercidas em nome das convicções de quem medica e não por vontade do paciente.
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