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Correio da Manhã

Opinião
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18 de Julho de 2004 às 00:00
Não se trata de uma questão de solidariedade institucional. Trata-se, de facto, do grande desafio que se coloca aos portugueses e a cada um em particular. Nenhum país, nem nenhuma família conseguem melhorar as suas condições de vida se não controlarem as contas. Iniciativa, inovação e até muito trabalho podem não levar a nada, se não houver rigor. E democracia, desenvolvimento económico e justiça social correm risco ou tornam-se impossíveis quando os estados caem na falência. Os países mais atrasados e pobres e onde há mais desigualdades são os que têm as contas desorganizadas. E às vezes até são ricos em matérias-primas e condições naturais, como Angola ou Argentina.
Os portugueses têm capacidade para conseguir o melhor. Temos uma História que nos orgulha e sabemos o que se consegue com vontade e esperança. Estamos integrados numa das regiões com melhor nível de vida no Mundo. Não é impossível construir melhores e mais alargadas condições de vida. Só precisamos aceitar os desafios, discutir as opções nacionais e agir. O futuro ganha-se com rigor.
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