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Correio da Manhã

Opinião
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6 de Março de 2011 às 00:30

A equipa do Fantas chega lá para as 15h00 ao Rivoli, excepto quem garante o funcionamento das salas, as projecções e legendagens electrónicas. Todos com sono. Cansados de uma longa maratona. Vamos em trinta e poucos dias seguidos de trabalho, com noites de sono de quatro e cinco horas, mas vale a pena. Fazemos serviço público, quer o reconheçam ou não.

Para o público é o fim visível do Fantas. Para nós é dia de arrumar e ‘fazer as malas’. Já não vemos convidados. Os stands dos patrocinadores são desmontados. O Rivoli fica vazio. Mas o público continua lá, a ver os filmes vencedores da edição 31 do festival. Para o ano haverá mais.

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