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Correio da Manhã

Opinião
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17 de Maio de 2005 às 00:00
Quando a economia abrandou e o défice começou a disparar, Guterres abandonou o Governo, queixando-se do pântano. Durão enfrentou o desafio com Manuela Ferreira Leite e também desistiu, aproveitando o convite para ir para Bruxelas.
Santana não ligou muito ao assunto, anunciou o fim da austeridade e foi o que se viu. Agora cabe a Sócrates enfrentar o ‘monstro’. Se fizer o que deve e tomar medidas necessárias, mas impopulares, arrisca-se a perder as eleições, mas se não fizer nada deixa um Estado à beira da bancarrota.
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