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Correio da Manhã

Opinião
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Armando Esteves Pereira

A herança fiscal

A execução orçamental ontem divulgada revela uma quebra de 89% do défice. Ainda é cedo para deitar foguetes, até porque não se sabe as facturas que ainda não foram contadas.

Armando Esteves Pereira(armandoestevespereira@cmjornal.pt) 21 de Junho de 2011 às 00:30

Provavelmente vão surgir nos próximos meses os esqueletos das finanças. Se como há seis anos, o novo governo encomendasse uma auditoria às contas públicas, com o mesmo método da comissão Constâncio, os números do défice poderiam ser assustadores.

O que é notório e certificado é o brutal aumento da pressão fiscal, mesmo com parte dos funcionários públicos a receber menos salário. O IVA e o IRS suportam esse acréscimo, num período de quebra da actividade económica. Mesmo com as quebras das receitas do tabaco e dos combustíveis, o Fisco arrecada mais 5 milhões por dia.

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