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Correio da Manhã

Opinião
24 de Junho de 2010 às 00:30

O maior relevo é concedido à inteligência do professor, em conjunção com a sua proverbialmente incensada capacidade de organização. Não tarda, começam a elogiar-lhe a sagacidade, a espontaneidade e o carisma.

Para baixo do tapete varreram os últimos dois anos, em que tudo foi arrancado a ferros, frente a adversários de segunda ordem, com um balanço deficitário em relação ao potencial da equipa. Ainda faltam pelo menos duas vitórias para amenizar tanto erro de casting, tanta angústia gratuita, tanto carinho desperdiçado. Mas, quem nos dera que as eufóricas Queirozetes possam continuar a soprar nas suas vuvuzelas!

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