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Correio da Manhã

Opinião
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Leonardo Ralha

A Ínclita Geração

Luís Vaz de Camões deixou-nos uma obra que consegue ser um inimitável poema nacional e um inesgotável armazém de expressões que ficaram à disposição de quem tiver a ousadia de se apropriar, nem que seja para o título de uma coluna de jornal.

Leonardo Ralha 22 de Setembro de 2013 às 01:00

Consumado o primeiro assalto ao poeta, passemos ao crime continuado, pois não fica mal chamar ínclita geração, aquela que Camões identificou entre os filhos de D. João I, a um grupo de escritores que só têm em comum encontrarem-se na casa dos 40 anos. Valter Hugo Mãe (que explica hoje na revista Domingo como escreveu sobre uma menina islandesa), Gonçalo M. Tavares, Afonso Cruz e José Luís Peixoto, entre outros, são as melhores armas da literatura portuguesa. E um exemplo para que outros se lhes juntem na missão de criar e partilhar universos e personagens das suas histórias.

 

Mesmo quem nunca idolatrou a ‘princesa do povo’ resistirá à tentação de ver Naomi Watts como ‘Diana’. Estreia
na quinta-feira.

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