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Correio da Manhã

Opinião
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17 de Janeiro de 2009 às 00:30

Há quatro anos uma criança foi morta às mãos da mãe e do tio. O seu crime foi tê-los surpreendido em plena actividade sexual. Chamava-se Joana e, para além de ser negligenciada pela mãe, seria vítima de abusos sexuais.

Ontem, a mãe, judicialmente declarada responsável pela sua morte, assinou, a partir da cadeia de Odemira, uma declaração em que confirma tal morte, atribuindo a responsabilidade apenas ao seu irmão.

Só há uma verdade nessa declaração, a Joana morreu, o resto é mais um rol de mentiras de uma pessoa que foi declarada psicopata social e que, desde a primeira hora, tem aldrabado a justiça.

Ao contrário de outras crianças assassinadas, os responsáveis foram levados à justiça e condenados pelo hediondo crime.

À mãe de Joana não basta pedir perdão, deve deixar-se de mentiras e dizer a verdade. Esse será o momento da verdadeira redenção e então a alma de Joana descansará em paz.

Joana sofreu em vida e na hora da sua morte violenta não foi possível evitar tais sacrifícios, mas contribuímos para a realização da justiça.

Por este e outros casos sentimos orgulho em ter sido polícias, poder olhar o céu e dizer: pela graça de Deus… fui polícia.

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