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Correio da Manhã

Opinião
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10 de Setembro de 2011 às 00:30

O PS foi vítima da crise, da incapacidade de reagir à perda da maioria absoluta e do rolo compressor iniciado com a eleição presidencial e prosseguido pela sofreguidão de poder da nova geração de direita liberal levada ao colo pelos comentadores profissionais. A obsessão de ir além da troika e a escandalosa voracidade fiscal podem tornar curto o pavio da nova maioria. O PS tem de ter o espírito de longa marcha que marca a nova liderança mas tem a oportunidade, face à desilusão do Governo, de reconstruir desde já a sua relação com os setores mais inovadores da sociedade portuguesa falando claro como uma nova esquerda que saiba ser a voz dos que não têm voz. Um PS plural que saiba aliar rigor com inovação, solidariedade e equilíbrio ambiental.

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