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Correio da Manhã

Opinião
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Manuel Catarino

A marcar passo

As previsões do Banco de Portugal aí estão, severas como a crise que nos oprime.

Manuel Catarino 11 de Janeiro de 2012 às 01:00

Ao contrário das expectativas de Passos Coelho, que saudou 2012 como o ano do crescimento económico, o Banco de Portugal só prevê mais pobreza – e recomenda ainda mais austeridade sobre a recessão: só lá para 2018 Portugal começará a sair do buraco. Aprendemos com a crise a desconfiar das previsões. Mas as do Banco de Portugal, talvez por serem negras, vão concretizar-se. Vivemos num país de encantar desde meados da década de 80 – do tempo perdido com Cavaco, do despesismo de Guterres, da inépcia de Barroso, da loucura de Sócrates, do optimismo de Passos Coelho. Andamos há quase 30 anos a marcar passo – é o que é.

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