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Correio da Manhã

Opinião
11 de Novembro de 2011 às 01:00

É bom que surja um antigo embaixador na UNESCO e ex-ministro da Cultura a explicar a importância dos institutos Cervantes e Goethe. Ninguém vai gerar algo parecido com o British Council nem com o Instituto Italiano da Cultura quando acabarem com o Instituto Camões.

Deve-se ajudar Francisco José Viegas a explicar ao Governo que o Instituto Camões é mais do que o do Vinho do Porto e não pode ser tratado como a Casa do Douro.

Percas, meu caro Fernando Rosas?! Há no Nilo. Nas finanças há perdas. Um abraço!

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