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Correio da Manhã

Opinião
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17 de Março de 2013 às 01:00

 

Tudo isto, que interessa aos cristãos, interessa aos portugueses, que terão de renunciar à troca de carro, às férias no estrangeiro, às roupas novas e outras comodidades, com a consciência de que vai ser assim por muitos anos; e, nesse aperto, saberem viver felizes, em espírito de pobreza, sem o supérfluo.

O que é intolerável é que, à boleia disto, se possa pensar que a pobreza signifique também menos educação, menos saúde, menos casa, menos pão. E que passe pela cabeça desses meninos de copo de leite com bolos que nos governam que a sua primeira função não é reclamar de Bruxelas a compatibilização do equilíbrio financeiro com os mínimos de subsistência digna. Se não são capazes, deem a vaga, para vermos se há quem.

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