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Correio da Manhã

Opinião
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23 de Outubro de 2004 às 00:00
E que carece de confirmação nesta jornada, frente ao Belenenses, porque é impossível não desconfiar de um candidato ao título que, à entrada para a sétima jornada, é 11.º classificado, com apenas oito pontos. Por isso, o jogo desta noite não escalda menos do que o do Estoril: é um teste à consolidação defensiva nas alas; à resistência e criatividade que Rochemback trouxe ao meio-campo; e à eficácia de um ataque que não existe além do melhor marcador Liedson.
E se a pressão psicológia foi atenuada pela indiferença a que os leões estiveram votados esta semana, no relvado a situação pode ser bem diferente. O Belenenses tem mais vitórias (três contra duas), mais golos marcados (doze contra nove) e, claro, mais pontos (dez contra oito), sendo uma equipa que só se resigna ao último sopro do árbitro – como mostrou frente ao Rio Ave, quando recuperou uma desvantagem de três golos.
Nos bancos, haverá um interessante duelo individual entre dois técnicos da nova geração, ambos da mesma turma da referência José Mourinho. José Peseiro chegou mais depressa ao topo, mas ainda tem muito para provar.
Carlos Carvalhal tem uma carreira menos meteórica mas mais sólida, que guarda uma motivadora recordação pessoal: foi o primeiro treinador a derrotar o Sporting no Alvalade XXI.
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