Barra Cofina

Correio da Manhã

Opinião
1
26 de Novembro de 2004 às 00:00
Assim, muitos brasonados gostam de calçar botas tipo Bush, digamos que texanas de Ferreira do Alentejo, andar a cavalo, pegar toiros, cantar o fado e provar do tinto. São as raízes profundas da nossa identidade. Neste espírito temos agora na Quinta dois condes, um verdadeiro e outro que gostaria de o ser. Mas, por sinal, levaram os cães trocados. O verdadeiro conde leva um rafeiro, mas o outro é bem mais fino. Estamos para ver o modo terno como eles se vão dirigir às senhoras, algumas jovens e disponíveis.
Um conde é casado, o outro não. Um trata com fineza toda a gente, o outro nem por isso. Vamos ver como será a relação do cão rafeiro com o cão fino. Por aqui se verá como se aproximam a realidade e a ficção. Mas agora os cães vão ter uma alma protectora. A
Sandra tem dado provas de amar e respeitar todos os animais. Ainda recentemente a Sociedade Protectora dos Animais a distinguiu em Tavira, por ocasião do aniversário desta prestigiada instituição. Para todos os efeitos, a Quinta é como que um grande curral, de onde não é fácil sair. Com tão poucos condes que a nossa Pátria dispõe, logo dois estão encurralados. Talvez no fim, o que não tem título, nem brasão, possa vir a ganhar o título de conde da Baracha.
Ver comentários