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Correio da Manhã

Opinião
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1 de Agosto de 2004 às 00:00
Os dados de uma sondagem/CM que hoje fazem a Actualidade do nosso jornal deixam bem à vista a realidade: qual caracol, o português está ainda dentro da casca e nem o sol o faz estender-se para o consumo.
É neste estágio de discrepância entre os sinais dados pelos grandes números e o peso que a crise ainda exerce sobre os cidadãos que o Estado tem uma palavra a dizer com os instrumentos disponíveis.
O instinto político diz a Santana Lopes que o seu Governo deve aliviar já este ano a incidência de IRS que atinge a classe média. O desígnio de equilíbrio orçamental diz a Bagão Félix que será mais prudente aguardar ainda um ano até que se encha esse balão de oxigénio ao consumo.
É um dilema esta opção entre o equilíbrio garantido à partida, ou o crescimento apenas avaliável à chegada. Mas, para o PSD, 2006 é demasiado tarde e Santana sente-o.
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